Fama: ato público atrai estudantes e pede a reabertura das negociações

Notícias

03/09/2015

foto

O Sinpro-Rio realizou, na noite desta quarta-feira, 02 de setembro, um ato público na porta da Faculdade Machado de Assis (Fama). Os diretores Dilson Ribeiro, Gustavo Cornélio e Fábio Linhares conduziram o ato, que ganhou ainda mais respaldo com a adesão dos estudantes. Os docentes da Fama passam por situação difícil. Há tempos, a instituição não vem cumprindo as suas obrigações trabalhistas.

E, como não bastasse o constante atraso dos salários dos professores, pagos em até dois meses após o vencimento, os professores vêm convivendo com outros tipos graves de desrespeito às leis trabalhistas, tais como a redução da carga horária e a dispensa sem a devida homologação da rescisão de contrato e, consequentemente, o não pagamento das verbas trabalhistas. Depois de ter perdido na Justiça, coube à direção pagar o FGTS, não depositado desde 2007 e os 1/3 de férias, não pagos há 4 anos. A Fama se diz disposta a pagar o que é devido, mas marca e desmarca reuniões, para tratar do cronograma de pagamento, há dois meses, deixando os professores sem resposta e ainda mais humilhados.

Foram distribuídos 300 panfletos numa manifestação pacífica e democrática, mas não compreendida por um integrante da instituição, que ameaçou chamar a polícia contra os trabalhadores que apenas reivindicavam seus direitos.

E, como não bastasse o constante atraso dos salários dos professores, pagos em até dois meses após o vencimento, os professores vêm convivendo com outros tipos graves de desrespeito às leis trabalhistas, tais como a redução da carga horária e a dispensa sem a devida homologação da rescisão de contrato e, consequentemente, o não pagamento das verbas trabalhistas. Depois de ter perdido na Justiça, coube à direção pagar o FGTS, não depositado desde 2007 e os 1/3 de férias, não pagos há 4 anos. A Fama se diz disposta a pagar o que é devido, mas marca e desmarca reuniões, para tratar do cronograma de pagamento, há dois meses, deixando os professores sem resposta e ainda mais humilhados.

Foram distribuídos 300 panfletos numa manifestação pacífica e democrática, mas não compreendida por um integrante da instituição, que ameaçou chamar a polícia contra os trabalhadores que apenas reivindicavam seus direitos.

Foram distribuídos 300 panfletos numa manifestação pacífica e democrática, mas não compreendida por um integrante da instituição, que ameaçou chamar a polícia contra os trabalhadores que apenas reivindicavam seus direitos.